sexta-feira, 4 de setembro de 2009

.Taj-mahal

dezembro 1631, o quinto imperador mongol, Shah Jahan, iniciou a construção de um
dos maiores monumentos de todos os tempos, o Taj Mahal. É um mausoléu construído na memória
de sua amada esposa e favorita, Mumtaz Mahal, cumprindo uma das promessas
que ele fez com ela enquanto ela estava deitada em seu leito de morte:
Para erigir um monumento para coincidir com sua beleza.

domingo, 23 de agosto de 2009

India

desde que começou a novela "Caminho das Índias"... a Índia está em foco aqui no Brasil.
Não tem jeito, a moda indiana vai pegar!!
Os brasileiros adoram as modas lançadas nas telinhas e levam a sério o look da teledramartugia.
É claro que você não vai sair por ai enrolada em mil panos e lenços, né!!!
Mas há uma boa parte das vestimentas que as indianas usam que cabem aos estilos brasileiros

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

YOGA - Sri Ananda Deha


“Para descrever esse mundo apropriadamente,
necessitamos de uma perspectiva ecológica
que a visão de mundo cartesiana não nos oferece”.

Estas são observações elaboradas pelo "Especialista Capra" quando disserta sobre um assunto muito delicado e complexo: "A “crise” ambiental (Ecológica e Educacional)" que está marcando definitivamente o início deste século.

Hari Har (Bióloga e Kundalini ioguine) e Gabriel de Moraes (Filósofo) são de acordo que "... fazendo um paralelo entre a filosofia hindu e a Natureza, podemos imaginar o Sol representa Brahma (Deus da Criação), os elementos que se encontram sobre a terra representam Vishnu (Deus da Preservação) e que a terra representa Shiva (Deus da Destruição).

Ainda nesta mesma linha de raciocínio, podemos dizer então que o Universo seria Brahmam (O Imanifesto, O Infinito ou Deus na concepção hindu). O Sol como fonte de energia, propicia a Vida em nosso planeta. A fauna, a flora, os rios e os ciclos da Natureza, em equilíbrio, preservam a Vida. A terra absorve, decompõe e redisponibiliza os nutrientes para os seres vivos. E o Universo, é o espaço infinito onde tudo se desenvolve.

Esta analogia, antes de mais nada, serve para nos aproximarmos mais da Natureza (Letra maiúscula pois está representando todos os elementos citados). Refletindo sobre isso, podemos nos aproximar mais de nossos ancestrais que no passado conferiam o devido valor aos elementos da Natureza. Respeitando-os, valorizando-os e compreendendo-os eles viviam em harmonia, pois se sentiam fazendo parte de todo este Sistema, em igualdade de importância na Teia da Vida.

Quando nos voltamos para dentro de nós mesmos, em busca de auto-conhecimento, percebemos que todos os elementos da Natureza são interligados e interdependentes, cada um tendo sua importância e sua função na intrincada Rede de interações. Ao sentirmos e experienciarmos esta sutil nuance, automaticamente modificamos nossa forma de ver e se relacionar com o mundo. Esta mudança de percepção irá, definitivamente, contribuir com a transformação que já se encontra em curso neste momento transicional (Momento de Shiva).

Nota: Este artigo teve participação Especial: Hari Har (Bióloga e Kundalini ioguine) e Gabriel de Moraes (Filósofo)

Moda


Por Natália Dourado

Na Índia, a diversidade cultural se faz presente na música, nas religiões, nos costumes e não poderia ser diferente em relação às vestimentas. Em cada região do país, podem-se encontrar diversos trajes que variam de tamanho, cores, tecidos, bordados e até mesmo na maneira de vestir. Além disso, o vestuário se modifica de acordo com o estado civil, linha filosófica, cerimônias religiosas e com cada estação do ano. Mas afinal, o que os indianos usam?

Feminilidade nos trajes

O sári é o traje mais tradicional na Índia. Trata-se de um longo tecido que é enrolado ao redor do corpo de diferentes formas, dependendo da região. Segundo Patrícia Romano, professora de dança indiana e dona da escola Natyalaya, em São Paulo, o sári é usado, principalmente, por mulheres mais velhas e casadas, assim como nas ocasiões festivas.

“Há inúmeras cores de sári, diferentes bordados, mas o tamanho é um só: seis metros”, afirma a professora. Ela explica que quando o sári chega até sete metros de comprimento, já está incluso a blouse piece, um pedaço extra que é cortado e utilizado para a confecção da blusa, que bem justa é vestida por baixo do traje. Quanto às estações do ano, Patrícia conta que os sáris de algodão são utilizados no verão enquanto no inverno as indianas usam tecidos mais pesados. Essa vestimenta também muda de acordo com as ocasiões. “Os sáris mais simples são usados em casa ou para ir à feira. Já os de seda são para fazer visitas ou compras e os sáris com bordados mais pesados e com fios de ouro são para festas”, diz ela.

Além disso, as características do sári se alteram em cada região da Índia. No sul do país, no estado de Kerala, por exemplo, a temperatura média é de 35 graus durante o ano todo e assim o sári de algodão é o mais usado, inclusive para ocasiões festivas. O que varia nesta situação é o tamanho da borda de fios de ouro. Por outro lado, nos estados do norte, como em Kashimir, a lã e a seda são mais procuradas para aliviar a baixa sensação térmica. Para Ratnabali, musicista e cantora indiana que mora no Brasil, os bordados do sári são importantes para caracterizar cada região da Índia: “No Leste, os bordados são vermelhos e os desenhos são de concha e de flor de lótus. No Oeste, os desenhos são de templos.”

Considerando-se o estado civil, as viúvas vestem sáris brancos, o que representa a santidade e a passividade. Na cerimônia de casamento, as indianas usam sári vermelho, pois a cor remete ao amor e à paixão. Já para as solteiras, não há uma cor específica de vestimenta; podem vestir sáris coloridos.

Além do sári, existem outros trajes femininos. A vestimenta de duas peças, calça e blusa, conhecida aqui como punjabi e na Índia como salwar kamiz foi criada pelas mulheres do estado do Punjab, que necessitavam de uma vestimenta mais prática, pois guerreavam ao lado dos homens. As duas peças também possuem variedades que são: churidar, pernas bem apertadas e patiala, pernas largas.

Há ainda o lehenga tcholi, traje muito usado em casamentos que é composto por uma blusa curta, uma saia longa e um xale. A cantora Ratnabali cita o gaghara tcholi como uma roupa bastante usada pelas indianas. Saias longas rodadas e blusas bem justas compõem essa vestimenta.

Moda para homens

Geralmente os homens usam roupas ocidentais no dia-a-dia, porém o vestuário é mais específico quando há festas e rituais. Segundo Sri Govinda Das Adhikari, sacerdote brâmane e músico brasileiro, os indianos usam o doti, tecido grande enrolado como uma calça, e um manto para cobrir o peito. Esse traje é vestido principalmente em cerimônias de fogo, casamentos, Yagya, que são rituais de recitação de mantras, e em Pujas, cerimônias de oferenda para as divindades.

As cores do doti variam entre branco, laranja e amarelo porque representam a espiritualidade da tradição védica. “O branco é usado por sacerdotes casados, o laranja pelos swamis, monges renunciados, e os dotis amarelos são usados pelos brahmacaris, estudantes celibatários da cultura védica”, esclarece Govinda.

Os indianos que realizam rituais também podem vestir o lung: pano que é amarrado na cintura, ficando caído até os pés. Por baixo desse traje, os homens usam a cupina, que no ocidente seria a cueca.

Já para quem assiste aos rituais, a vestimenta mais comum é o pajana, composto por bata e calça; seria o punjabi masculino. No inverno, costuma-se colocar um colete por cima da bata para se proteger do frio. Govinda explica ainda que as cores das roupas dos sacerdotes mudam segundo a linha filosófica que cada um segue. Dessa forma, os tântricos, por exemplo, usam vestimentas quase vermelhas. Portanto, para ele, os trajes são muito mais do que moda: “As vestimentas estão ligadas à tradição, aos costumes e também à religiosidade.”

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Na tradição hindu, Shiva é o destruidor. Na verdade ele destrói para construir algo novo, assim, prefiro chamá-lo de "renovador" ou "transformador". Suas primeiras representações surgiram no neolítico (4.000 a.C.) na forma de Pashupati, o Senhor dos Animais. A criação do Yoga é atribuída a ele e o Yoga é uma prática que produz transformação física, mental e emocional, portanto, está intimamente ligado ao deus da transformação. Shiva é o deus supremo (Mahadeva), o pacífico (Shankara) e o benevolente, onde reside toda a alegria (Shambo ou Shambhu).
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Shiva está intimamente associado ao fogo, esse elemento representa a transformação. Nada que tenha passado pelo fogo, permanecerá o mesmo: o alimento vai ao fogo e se transforma, a água se evapora, os corpos cremados viram cinzas. Assim, Shiva nos convida a nos transformarmos através do fogo do Yoga. O calor físico e psíquico que essa prática produz nos auxilia a transcender nossos próprios limites.

Reflexão


"Não tem mais lar o que mora em tudo

Não há mais dádivas

Para o que não tem mãos.

Não há mundos nem caminhos

Para o que é maior que os caminhos

E os mundos

Não há mais nada além de ti.

Porque te dispersate

Circula em todas as coisas

E todos te sentem

Sentem-te como a si mesmos

E não sabem falar de ti."

(A.D.)

Benefícios da Yoga

Segundo Elaine Lilli Fong - Terapeuta e educadora psico-corporal pela Dinâmica Energética do Psiquismo (DEP), a prática da yoga traz benefícios variados a seus adeptos, proporcionando o caminho do auto-conhecimento, alem de:
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• Desenvolver a musculatura corporal fortalecendo e alongando o corpo;
• Alongar os músculos devolvendo agilidade aos movimentos;
• No sistema respiratório aumenta a capacidade pulmonar, melhorando a oxigenação e desintoxicação no corpo;
• Harmoniza o sistema endócrino;
• Reduz o estresse gerando paz interior;
• Aprimora o alinhamento postural;
• Melhora a circulação sangüínea;
• Aumenta a resistência física, equilíbrio, e consciência corporal;
• Unificação com a Vida e com Deus.
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Enfim, através das posturas de yoga, adquirimos também um corpo saudável, forte, flexível, ágil, resistente e harmonioso pelo caminho de uma prática espiritualizada de ação.